Relacionamento entre pais e filhos: Como caminhar juntos?

Relacionamento entre pais e filhos: Como caminhar juntos?

Por: Marcia Belmiro | Crianças | 31 de dezembro de 2020

O ano de 2020 está terminando. Nessa época é comum fazermos um balanço, avaliando quais foram as nossas conquistas, em quais quesitos nos superamos, o que ainda queremos conquistar, e definirmos as metas para o ano que está chegando.

Em geral essa lista do ano novo abrange trabalho, estudo, saúde, muitas vezes o planejamento para uma viagem desejada. Mas alguma vez você já incluiu o relacionamento com seu filho na lista de ano novo?

Que tal fazer essa reflexão agora?

Em breve um novo ciclo vai se iniciar, e você tem toda condição de fazer do ano de 2021 o que quiser – um ano mais tranquilo, com menos estresse, menos conflitos, menos culpa –, desde que se disponha a quebrar as crenças que o prendem aos erros e arrependimentos; ou seja, ao que já passou.

Não importa o relacionamento que você vem tendo com seu filho até hoje. A questão é: O que você deseja ter a partir de agora?

Se fosse possível ter o relacionamento dos seus sonhos, como ele seria?

Se você pudesse imaginar algo novo, muito bom, de hoje em diante, no relacionamento com seu filho, o que seria?

Como vocês poderiam se divertir mais, terem mais momentos de leveza e presença plena na companhia um do outro?

Como seria possível conduzir seu filho a ter um comportamento de mais liberdade e autorresponsabilidade nos estudos, no cuidado consigo mesmo e em tudo o mais?

O que mudaria na sua vida se você pudesse manter a sua individualidade respeitando também os desejos e necessidades do seu pequeno, ao mesmo tempo que caminham juntos?

Como seria essa caminhada? No que ela seria diferente em relação ao que foi até hoje?

Usando a metáfora de caminhar juntos, como você poderia estar inteiramente presente nessa jornada?

Como você poderia, mesmo tendo “pernas mais compridas” – mais pressa, mais compromissos e preocupações – encontrar um ritmo harmônico nessa marcha, que respeite vocês dois?

A quem você pode pedir ajuda nessa mudança de rumo?

O que te impede, hoje, segurar na mão do seu filho e dizer: “Vamos juntos?”

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